terça-feira, 16 de março de 2010

Life Changes part 2

Continuando o tópico escrito há alguns dias, gostaria de falar de oportunidades que ganhamos ao longo da vida para mudar as coisas para melhor ou pior.

Essas mudanças são fundamentais para nossa saúde mental, espiritual e etc. Como é bom sair daquela zona de conforto que nos encontramos e mudar de ares, de tarefas, de cabelo, de namorado...

Sei que mudanças sempre provocam reações adversas como: medo, ansiedade, frio na barriga, mas quer coisa melhor do que ser desafiado. Precisamos de situações que estimulem o nosso crescimento, por isso sou contra serviços burocráticos e relações mornas, pois estes não contribuem para o nosso desenvolvimento, muito pelo contrário, acabam nos puxando para baixo.

Este post será curtinho, mas espero que sirva para reflexão. Sempre que a vida oferecer a oportunidade de mudança agarre com unhas e dentes, pois por mais assustadora que ela pareça, pode ter certeza que contribuirá para que você saia daquela inércia que somos envolvidos no decorrer da vida.

sábado, 13 de março de 2010

Administração do Tempo

Olá, meninas! Ou melhor, olá, mulheres modernas!

Fugindo um pouco dos assuntos anteriores, sobre relacionamentos, sobre escolhas da vida, sobre beleza... vamos agora falar sobre tempo, sobre administrar o tempo. Nos dias de hoje, temos n recursos que nos ajudam a fazer várias atividades mais rápido - exemplos são microondas, celular, etc etc etc - mas a verdade é que as pessoas do mundo moderno têm cada vez menos controle do seu tempo...
Vai dizer que você, em meio a sua rotina, não reclama que falta tempo pra ver uma amiga, pra fazer as unhas, pra malhar... Bom, então aqui vão umas dicas que ouvi em um curso que eu fiz a um tempo atrás justamente sobre Administração do Tempo!

Os Princípios da Organização Diária do Tempo

Regras para o dia
1. Comece o dia com humor positivo
2. Faça uma boa refeição matinal e vá trabalhar sem pressa
3. Comece seu dia de trabalho sempre na mesma hora
4. Verifique seu plano diário
5. Comece a tarefa mais importante no início do dia
6. Não desperdice tempo para começar a trabalhar
7. Coordene seu plano de tempo com a sua secretária
8. Trate dos assuntos complicados e importantes pela manhã

Regras para durante o dia
9. Esteja bem preparado para o seu trabalho
10. Procure ajustar os prazos
11. Evite atividades que podem ter más repercurções
12. Recuse tarefas prementes adicionais
13. Evite atividades não planejadas e impulsivas
14. Dê paradas em momentos oportunos - trabalhe a um ritmo adequado
15. Conclua as tarefas menores e semelhantes na base da produção em massa
16. Termine as tarefas que já começou
17. Use os momentos extras
18. Trabalhe contrariamente ao ciclo de perturbações da rotina do escritório
19. Estabeleça uma hora de sucesso
20. Monitore seu tempo e seus trabalhos

Regras para o final do dia
21. Termine as tarefas menores
22. Monitore os resultados e a si mesmo
23. Planeje seu tempo para o dia seguinte
24. Vá para a casa com humor positivo
25. Crie um ponto alto todos os dias (exemplos: sair com amigas, ir ao cinema, passear no parque, etc)

sábado, 6 de março de 2010

Sera que ele é?

Tenho certeza que essa pergunta já passou pela sua cabeça... A gente sempre conhece alguém, ou tem um amigo com um jeitinho diferente ou já ouviu falar de alguma história estranha que envolvesse a dúvida: será que ele é gay?

Infelizemente, já me perguntei isso algumas vezes... e o pior: a maioria das vezes não foram sobre amigos, conhecidos ou desconhecidos, mas sim de ficantes meus!

Pois é meninas, antes um cafajeste (como acabei de escrever no post abaixo) do que um gay... juro! Pelo menos com o cafajeste nos sentimos  mulher!

Mas, enfim, vamos ao que interessa... às dúvidas, à história, às conclusões ou não que eu tirei de tudo que passou comigo.

Conheci o menino através de uma amiga (muito amiga) em comum há muito tempo, uns 7 anos. Nesta época, ficamos duas vezes. Eu tinha gostado do menino e a gente parecia se dar bem, se divertia bastante toda vez que essa galera da minha amiga saia junta. Mas de repente, o menino não quis mais. Achei estranho, mas tive que aceitar.

O tempo passou, nos reencontramos algumas vezes pela rua e sempre tivemos uma afinidade ótima; papo nunca faltou. Passa mais um tempo: com um outro amigo, também em comum (e que eu não sabia), coincidentemente, conversamos sobre ele e este meu amigo, que é gay assumido, afirma: Fulaninho é GAY. Não foi uma discussão, não. Foi meu amigo que disse assim que foi pronunciado o nome do Fulaninho. Na hora, tudo fez sentido: " ta aí porque ele não quis mais ficar comigo, só podia ser!" (ufa, pensei, uma rejeição a menos pra minha listinha de foras).

Tempo passa mais uma vez. E ano passado, depois de anos sem se ver (ele esteve viajando, eu também) Fulaninho resolve me procurar pelo Facebook, dizer que está na cidade, blá bla blá. Depois de muito enrolar o menino, nos encontramos pra tomar um chimarrão (programa típico das gaúchas escritoras deste blog). E não ficamos só num chimarrão: tinha tanto assunto pra por em dia e ele estava tão animado com a minha companhia que nos encontramos muitas outras vezes.
Por um momento, pensei que ele estivesse interessado... mas aí lembrei: "ele já me deu um fora... jura!" Depois, as poucas vezes que eu tinha tentado tocar no assunto de homossexualidade, ele nunca se mostrava confortável falando. Pra completar: eu não sabia de nenhuma namorada no passado dele, o que com 24 anos, é de se estranhar... po, nem uma namoradinha?

Mas enfim, o tempo passa (nossa, como o tempo passa nessa historia hein?) e cada vez mais próximos e amiguinhos e eu numa carência braba, acabo aceitando em sair com ele. Não deu outra: ficamos!

O ínicio foi como qualquer outro início. Apaixonadinho, mensagensinhas no celular, barzinho à noite, blá blá blá. Só estranhava um pouco de falta de "pegada", atitude mesmo dele (tipo, me dar um beijo de repente, sei lá).

Mas como a história está ficando muito comprida, vamos lá resumir: depois do ótimo ínicio, as coisas só degringolaram... Ele apareceu com uma data marcada pra viajar pra fora do país e por muito tempo, ou seja, muito provavelmente seria o fim. E ao invés de aproveitarmos os últimos segundos, as atitudes dele pareciam cada vez mais estranhas. Ele parecia muito sensível, sempre com uma história de que tinha que acordar cedo, ou tinha que sair com a mãe ou tinha que arrumar a casa - nada disso parecia mentira, mas não me parecia uma desculpa suficiente pra deixar de estar com alguém que a gente gosta. Chegou ao ponto de ele me levar a uma viagem com os amigos dele e lá me tratar como uma amiga, enquanto na mesma turma tinha dois casais que estavam no maior love.

A história teve o pior fim possível, ele foi viajar e eu fiquei com a dúvida.

Não sei se contando a história ficou claro o porque das minhas dúvidas. Às vezes pode parecer que ele não gostava de mim. Mas essa hípótese eu descarto, porque antes de ficar foram meses e meses de amizade. Ele sempre pareceu gostar da minha companhia... Mas não tanto dos momentos mais de namorico.
Enfim, aqui levanto os principais pontos:

- Ele nunca teve namorada. Nínguem (nem minha amiga, nem colegas da faculdade dele, nem ex-cunhada) sabe de alguma "historinha" dele. (mas virgem acho que ele não era, tá?)
- Ele não se sentia muito à vontade quando falávamos de homossexualidade (falando desse amigo em comum, o gay assumido e ele responde: "ah, ele é gay? não sei... ").
- Ele não se sentia muito à vontade comigo nos momentos mais íntimos.
- Ele não gostava de carinho meu. Uma vez, que eu estava no carro fazendo carinho na perna dele, ele pede "pode tirar? tá quente."
- Ele é muito sensível com a mãe e com assuntos do lar e outras frescuras pra quem tem 24 anos (não pode chegar tarde, etc etc etc).
- Ele me trata como amiga numa viagem quase "romântica" com mais dois casais e dois amigos. Dormimos na mesma cama e no dia seguinte ele acorda sem me dar bom dia (eu estava acordada) entra no banheiro e sai pra fazer qualquer outra coisa fora do quarto. Enquanto isso todos na casa dormiam. (qual era a pressa do zé mané?)
- Ele não gosta de dormir juntinho (tá to de sacanagem, tem muito homem que não gosta... mas ele quase me tirou da cama uma vez!!!).
- Não fui a única a desconfiar.

Bom, meninas, que eu lembre, por enquanto é isso. O que vocês acham??? Ele é, né? Eu já acho que ele é mas não sabe... coitadinho... mas coitada de mim também, né, que carente fui cair nas garras do menino e saí com a autoestima mais baixa ainda... porque homem não tratá-la como uma mulher de verdade... é terrível!!! :(

So, watch out the gays! ;)

By Vanilla

quarta-feira, 3 de março de 2010

Sai pra lá, cafajeste!

Ele não é bonito. Charmoso, talvez... não, pensando bem, definitivamente, ele não tem nada no físico que possa atrair uma mulher. Mas ele sempre “pega” mulheres lindas. E o pior: elas se arrastam por ele depois e ele nem bola...

Conhecem esse tipo? O tipo bom do chalalá que vem com um papinho doce e tasca qualquer uma?


A tática é muito simples: ele diz que você é linda, que gostou de você ou até que está apaixonado. (Isso depois de te conhecer apenas há alguns minutos). No início, a maioria das mulheres resiste. Mas chega um ponto que aquilo parece poesia e que o cara vira um príncipe. Tá: a gente cai na rede. E é nesse momento que o cafajeste perde o interesse por você... Dá uns beijinhos ou até estende para o finalmente... mas pode ter certeza que uma segunda vez será difícil. E o pior: a essa altura a gente já acreditou em todas as asneiras que ele disse a achamos realmente que ele nos ama.


Mas depois de muito levar na cabeça nesses meus 20 e poucos aninhos, eu finalmente reconheci um desses cafajestes de longe. E consegui ficar imune a toda aquela sedução. Bom, vamos começar pelo começo então: estava na casa de um amigo em São Paulo quando um amigo dele chega. No início, ele não me deu nem “Oi” direito, mas depois sei lá o que ele viu que começou a ser mais e mais simpático. Ai eu já estava estranhando.


Tive a certeza de que aquilo não cheirava bem quando começamos a conversar (meu amigo, a namorada dele e esse amigo cafajeste) sobre relacionamentos. Logo vi que o cara “parecia ter todas”. Ai entendi: ele é que não ia querer perder uma gauchinha dando sopa ali, ou seja, eu. Na hora que combinamos de sair, o cafajeste ligou para a peguete atual dele e inventou qualquer desculpa pra dizer que não poderia sair com ela... E nisso, ele já me paquerava muito.


Na festa, eu queria mesmo era curtir, conhecer paulistanos não cafajestes. Mas o tal cafajeste não me largou... começou a me abraçar, a me alisar, tudo isso dizendo que era “amizade”, que eu era fofa, querida e tal. Claro que eu resisti firme e forte. Ai de tanto em tanto tempo, ele ficava “brabo”com a minha indiferença e ia passear e “caçar” pela festa. Mas parece que aquele dia ele tinha perdido seu charme: sempre voltava sozinha e cada vez com mais palavras pra me conquistar. “Gostei muito de você, sabia?” “Nossa, como você é linda.” “Bla, bla, bla”.


Em pensar que no passado eu já teria caído nesse papinho muitas horas antes... Mas desta vez, depois de ter identificado a pinta, estava resistindo como nunca. Pensei: “agora eu me vingo por todos os cafajestes do mundo e vou deixar essa cara louco!”. Ou seja, eu até que dava umas esperancinhas pra ele.


Outra característica deste tipo de homem: eles não sabem perder. Não estão acostumados com isso. E quanto mais a gente esnoba, mais loucos eles ficam. O menino amanheceu tentando ficar comigo. Só tentando, porque contra “homos cafajestus” eu já estou bem vacinada.


E aí, meninas, conhecem esse tipo? Ainda caem na ladainha deles? Isso tem que mudar!!!


By Vanilla